Gostaria de compartilhar meu relato sobre a minha experiência com a sepse. Tenho 27 anos e, quando contraí a sepse, tinha 24. Foi nesse período que sofri dois choques sépticos e, desde então, minha vida se tornou bastante desafiadora. Naquele momento, não compreendia a gravidade do que havia me ocorrido; desconhecia que uma bactéria já existente em meu organismo poderia provocar danos tão significativos, como até uma paralisia no corpo inteiro (não afetando do pescoço para cima).



Minha história com a sepse: quando tudo mudou de forma inesperada. Nunca imaginei que uma cirurgia eletiva pudesse mudar completamente a minha vida.

Fui internada para realizar uma cirurgia programada de diverticulite, feita por videolaparoscopia. A expectativa era de uma recuperação tranquila. Mas, logo após o procedimento, comecei a piorar rapidamente. Algo não estava certo.



No dia 05/09 tive uma experiência muito difícil. Uma semana antes (dia 29/08), em uma sexta-feira, busquei atendimento na UPA, pois senti, na noite anterior, febre com calafrios e estava com dor nas costas. Como não costumo ter febre, fiquei preocupada. Lá na UPA, falei os sintomas e pedi exame. A médica disse que não precisava, que era uma virose. Passou medicações, como corticoide e analgésico para dor, e me deu alta.



Meu nome é Mariane Ferraz, tenho 35 anos.

No dia 31 de janeiro de 2025, vi a minha vida ir para o fundo do poço em poucas horas, mas, antes de contar sobre esse dia, vou voltar um pouquinho no tempo. Lembro que, há alguns dias, estava sentindo dores na barriga, mas fui negligenciando, achando que não era nada. Além das dores, comecei a sentir cansaço e minha pele mudou drasticamente, ficando seca e porosa. Enfim, fui deixando de lado todos esses sintomas, dando preferência à minha rotina. Até que fui ao ginecologista e, aparentemente, eu só estava com uma infecção urinária leve que seria tratada com antibiótico.



Eu sobrevivi a um choque séptico! Mas não sem sequelas… porém, a reabilitação vem fazendo a diferença. Foram 11 meses hospitalizado: 10 meses na UTI – Unidade de Terapia Intensiva, em ventilação mecânica. 



Oi, sou Paulo, tenho 35 anos. Em 2019, estava com um dente infeccionado, e a infecção se espalhou rapidamente, atingindo meu pescoço e peitoral. Precisei fazer uma cirurgia no pescoço e na lateral do tórax para retirar o pus. Como estava muito inchado para ser intubado, precisei passar por uma traqueostomia.



Em 11 de janeiro de 2023, fui dormir com febre. Tomei dipirona e não dei muita atenção, mas no dia seguinte já não conseguia sair da cama, estava muito ofegante e cansada. Meu marido me levou ao hospital (essa é minha última lembrança).



Olá, minha sepse ocorreu quando eu tinha 18 anos, e eu nunca tinha ouvido falar dessa infecção na minha vida. Mais especificamente, iniciou no dia 22 de dezembro de 2023 (pelo que eu sei). Eu estava vomitando muito, sem forças nem para ficar em pé, com dor no corpo e olhos bem fundos.



No dia 20 de março de 2024, um surto de Influenza acomete a turma de um de nossos filhos, resultando na infecção de toda a nossa família. Embora meus filhos e eu tenhamos apresentado sintomas moderados, a situação do meu esposo se agravou rapidamente, menos de quatro dias após o início da febre. Com febre persistente, dor nas costas, diminuição da produção urinária e saturação de oxigênio em 90%, decidimos procurar atendimento médico.




Responsabilidade técnica: Regis Goulart Rosa (CRM-RS 31801)
RQE Medicina Intensiva 20217



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